Enquanto eu flutuava, eu sonhei.
Onde eu flutuava, embaixo de uma água escura, eu ouvi o som mais feliz que minha mente poderia imaginar -tão lindo, tão animador, quanto era horrível. Era um outro rosnado; um rosnado mais profundo, mais selvagem que estava cheio de fúria.
Eu fui trazida de volta, quase á superfície, por uma dor pulsante na minha mão meio levantada, mas eu não consegui achar o caminho o suficiente pra abrir os olhos.
E então eu sabia que estava morta.
Porque, pela água pesada, eu ouvi o som de um anjo chamando meu nome, me chamando para o único céu que eu queria.
“Ah, não, Bella, não!”, a voz do anjo chorava horrorizada.
Por trás daquele som desejado havia outro barulho – um horrível ruído de tumulto do qual minha mente se afastava. Um violento rugido baixo, um chocante barulho de estalo, e um som alto e agudo, de repente apareceram…
Em vez disso eu tentei me concentrar na voz do anjo.
“Bella, por favor! Bella, me ouça, por favor, por favor, Bella, por favor!”, ele implorou.
Sim, eu queria dizer. Qualquer coisa. Mas eu não conseguia encontrar meus lábios.
“Carlisle!”, o anjo chamou, agonia na sua voz perfeita. “Bella, Bella, ah, não, por favor, não, não!” E o anjo chorava sem lágrimas, soluços despedaçados.
Um anjo não deveria chorar, era errado. Eu tentei encontrá-lo, dizê-lo que estava tudo bem, mas a água era profunda demais, estava me pressionando, e eu não podia respirar.
Ouve um ponto pressionado na minha cabeça. Doeu. Então, quando a dor quebrou a escuridão chegando até mim, outras dores vieram, dores mais fortes. Eu chorei, ofegante, quebrando o caminho pela escuridão.
“Bella!”, o anjo chamou.
for Breaking Dawn - Part II
always...
É Crepusculo novamente,
Outro fim. Mesmo que o dia seja perfeito, sempre tem um fim.
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